Cristianismo e política: será que devo me meter?

por Furoa

É muito comum ouvir dizer que política não é coisa de crente, porém quem não faz nada consente com o mais forte e quem não se envolve com política não segue a Cristo. Lembre-se que o que você vê na mídia quase nunca é verdade, tenha em mente que os vencedores ditam a verdade. No livro “Minha Luta”, Adolph Hitler é bonzinho, por exemplo.

Imite Jesus

Jesus, no famoso Sermão da Montanha, disse: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos” (Mateus 5:6). Jesus lutou contra o sofrimento e se quisermos seguir a ele devemos imitá-lo.

“Uma grande multidão dirigiu-se a ele [Jesus], levando-lhe os mancos, os aleijados, os cegos, os mudos e muitos outros, e os colocaram aos seus pés; e ele os curou” (Mateus 15:30).

Igreja como modelo político

O Bom Samaritano, Vicent Van Gogh (1890)

É um fato que a “igreja” não tem se dado bem politicamente. Pela crença na existência de um Legislador Supremo, ela não consegue entender o governo, que tem como objetivo defender uma vida justa aos seus cidadãos. Porém a Bíblia nos diz para ajudar uns aos outros, independentemente da religião, como Jesus ensinou na parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37). Vale lembrar que é dever do cidadão vigiar o Estado e não devemos fazer isso apenas para nosso próprio bem (Romanos 15:1), mas principalmente pelo bem dos outros (Filipenses 2:3).

A Igreja tem um modelo totalmente baseado no cooperativismo e na igualdade. Ela quebrou a distinção étnica e religiosa que os judeus tinham para com os outros povos e gritou: “somos todos iguais”.

Que possamos lutar por um governo justo e igualitário. Do povo, para o povo e pelo o povo.

“E qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.” (Marcos 10:44)

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